De tudo que escrevi, tudo que pensei;
Tudo que eu quis dizer e o que eu realmente falei;
Tudo que eu fiz sem querer fazer e tudo que não fiz e não me arrependo.
Lembro de você, só não lembro de mim.
Não que eu tenha me esquecido, mas é que ainda não terminei nada para poder lembrar.
Pra mim você morreu.
E eu continuo aqui, escrevendo, pensando, dizendo, falando...Lembrando.
É, sou bem oposta aos seus versos e filosofia.
Ao contrário de você, prefiro morrer tentando do que tentar morrendo.
Ainda lembro, mas quero esquecer.
domingo, 24 de abril de 2011
Ainda lembro
Postado por Flávia Prado às 08:49 0 comentários
domingo, 20 de março de 2011
Idéias vadias; fui revelada
minha crise existencial é tão intensa que preciso repetir a mim mesma o que eu devo ser para o mundo.
mas me considero tão desinteressante que até os cachorros viram a cara para mim na rua.
os que dormem com a garota sofisticada e animada, acordam com a frágil, fútil e desmotivada.
os que me amam, mal me conhecem.
os que me odeiam ...odeiam a tudo.
os que sentem indiferença, estes sim, me matam aos poucos.
minhas tendencias - tão secretas - meus olhos ja devem ter espalhado aos quatro cantos.
não sei me conter.
sou um livro aberto, esperando o cansaço do leitor.
sem capa, sem sumário ou marcador. Linhas e linhas sem mensagem.
fotos e fotos sem imagem.
a noite me inspira, me deixa mais viva.
Ainda assim, vazia. Mas viva.
A carência as vezes me brota a flor da pele.
Mas não há muito o que fazer, relacionamentos me cansam.
O sexo oposto me irrita e o aposto não me encanta.
Nas minhas fases tão assexuadas eu vou levando a vida boba.
Sem motivo, sem orgulho, sem lágrima.
Meu riso denuncia meu desespero por atenção.
Alto, escancarado, violento...
Meus olhos enchem d'água, arrependidos do que a boca explicita.
Vergonha. De ser quem sou, de estar como estou, de amar quem amei.
De admitir que eu errei.
Minha sexualidade vive adormecida.
Por vezes tento acordá-la usando da minha vaidade.
Despertar minhas insinuações é tão útil quanto medicar um doente terminal.
Sou errada em tantos aspectos.
Minhas curvas aos avessos me levam a crer que não tenho solução.
Matar ou morrer.
Rimas baratas que eu nem mesmo fiz.
A inutilidade que me bota feliz.
Não tenho preconceitos.
A não ser comigo mesma, aí a história muda...
Postado por Flávia Prado às 00:52 0 comentários
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Ás claras, me justifico
Fez um ano ontem. Um ano... Dá pra acreditar? Pra deixar tudo às claras, eu não te esqueci. Mas também não mais te tenho da mesma forma que tive há um ano atrás.Você mudou e eu também, não se esqueça disso.
Que nós perdemos
Ficou pra trás também o que nos juntou
Ainda lembro o que eu estava lendo
Só pra saber o que você achou
Dos versos que eu fiz
E ainda espero
Resposta
Desfaz o vento
O que há por dentro
Desse lugar que ninguém mais pisou
Você está vendo o que está acontecendo
Nesse caderno sei que ainda estão
Os versos seus
Tão meus que peço
Nos versos meus
Tão seus que esperem
Que os aceite em paz
Eu digo que eu sou
O antigo do que vai adiante
Sem mais eu fico onde estou
Prefiro continuar distante
Bem mais que o tempo
Que nós perdemos
Ficou pra trás também o que nos juntou
Ainda lembro o que eu estava lendo
Só pra saber o que você achou
Tão meus que peço
Nos versos meus
Tão seus que esperem
Que os aceite em paz
Eu digo que eu sou
O antigo do que vai adiante
Sem mais eu fico onde estou
Prefiro continuar distante
Desfaz o vento
O que há por dentro
Desse lugar que ninguém mais pisou
Você está vendo o que está acontecendo
Nesse caderno sei que ainda estão
Postado por Flávia Prado às 19:48 0 comentários
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Não se compreende.
Postado por Flávia Prado às 20:43 0 comentários